A TV Globo apresenta nesta segunda-feira (2) o telefilme Meu Avô Stanislau (2026). A produção ganha destaque na programação do Cine BBB dentro da Tela Quente, narrando o encontro entre o universo digital e o analógico. A trama foca na relação entre Boris, vivido por Fhelipe Gomes, e seu avô Stanislau, interpretado por Ranieri Gonzalez.
Ambientada na fictícia Serra da Kalena, em Prudentópolis, a história começa quando Boris é levado pela mãe para o interior. O jovem, que é um gamer em ascensão, recebe a viagem como castigo por ter perdido o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O isolamento ocorre justamente no momento em que ele disputaria a final de um campeonato online decisivo para sua carreira.
Declarações dos protagonistas sobre a obra
Para o ator Fhelipe Gomes, o trabalho trouxe aprendizados profundos sobre a realidade atual. “Essa conexão que o filme mostra me ensinou muito sobre o quanto é importante o equilíbrio entre o mundo real e o mundo virtual e como precisamos aprender a valorizar mais a vida real do que a virtual, algo que muitas vezes não conseguimos fazer”, afirma o protagonista.
O veterano Ranieri Gonzalez também compartilhou sua visão sobre a narrativa. “É um filme que fala sobre tecnologia e sobre a relação com a internet, mas também fala de uma ligação e um reencontro com toda a comunidade“, ressalta o intérprete de Stanislau. Na história, seu personagem é um guardião das tradições ucranianas que prepara uma grande festa cultural.
Valorização da cultura regional na TV Globo
O projeto de Telefilmes Regionais busca descentralizar a produção audiovisual. Verônica Nunes, gerente de Curadoria e Conteúdo da TV Globo, explica a importância de investir em histórias locais feitas por quem vive nas regiões retratadas. A executiva detalha como o processo de criação acontece nas pontas do país.
“A Globo é uma empresa brasileira feita para brasileiros, então o conteúdo nacional, para a gente, é prioritário. Esses filmes nascem com muita verdade, porque desde a criação eles são feitos por criadores locais. Quem conta para a gente o filme que vai ser feito são eles na ponta, o criador local, o produtor local, com o talento local. É uma parceria. Os filmes fogem do estereótipo e conseguimos trazer uma história genuinamente regional“, detalha Verônica Nunes.


