A TV Globo estreia nesta segunda-feira (6) a novela vertical Loquinha, produção derivada de Três Graças que será disponibilizada diretamente nas redes sociais da emissora. Com 25 episódios curtos publicados já na data de lançamento, a trama acompanha o cotidiano de Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovsky), explorando o amadurecimento do casal em meio a conflitos, disputas e desafios afetivos.
O que você precisa saber
- Loquinha estreia nesta segunda-feira (6) nas redes da TV Globo.
- Episódios curtos serão lançados em formato vertical.
- História acompanha Lorena e Juquinha de Três Graças.
- Trama aborda amor, conflitos e amadurecimento do casal.
- Vilãs atuam para separar Loquinha com manipulações.
- Produção aposta em microdrama para consumo em celular.
Derivada do casal que ganhou destaque na novela das nove, Loquinha aposta em uma narrativa independente, focada na convivência das protagonistas após decidirem morar juntas. A história acompanha o avanço do relacionamento enquanto as duas enfrentam interferências externas, como ciúmes, disputas e jogos de poder que colocam o vínculo à prova.
A nova fase das personagens é marcada pela presença de antagonistas. Lucélia (Daphne Bozaski) articula planos para separar o casal, atuando sob influência de Ferette (Murilo Benício), figura mencionada na trama por Macedo (Rodrigo García). Ao lado do capataz, ela investe em manipulações e armações, inclusive com uso de estratégias para desestabilizar Lorena e Juquinha.
Outro elemento que movimenta o enredo é a chegada de Teca (Ingrid Gaigher), ex-namorada de Juquinha. A personagem surge como fator de tensão ao tentar retomar o relacionamento. “A Teca vai gerar conflitos no romance, com algum humor e ação, porque ela é impulsiva e imprevisível. Ela ainda gosta da ex e, com certeza, vai ser incansável para que tenha uma segunda chance”, adianta a atriz.

TV Globo reforça aposta em formato vertical
A proposta de Loquinha marca uma mudança na forma de consumo de novelas. Produzida pelos Estúdios Globo, a obra adota o formato vertical, pensado para telas de celular e consumo rápido nas redes sociais. A narrativa concentra intensidade emocional em episódios curtos, com ganchos e estrutura próxima ao microdrama.
Para a autora Marcia Prates, o projeto representa um desafio criativo. “É algo muito novo, a ideia de um spin-off ainda com a trama no ar, com as características que esse formato pede, dramalhão e muitos ganchos. Todos os elementos do folhetim que o público gosta estão presentes nessa história”, afirma.
O diretor artístico Luiz Henrique Rios destaca que a trama derivada não altera diretamente o enredo da novela principal. “O projeto já estava previsto. Essa relação delas fora da novela não impacta a estrutura dentro do folhetim. Já a novela impacta um pouco o enredo da história vertical. Mas acho que o fundamental é que esse projeto vem trazer uma nova experiência de relação com o universo dessas meninas tão amadas pelo público”, afirma.
Além do romance, a história acompanha o crescimento pessoal e profissional das protagonistas. Um bar se torna ponto central da narrativa, reunindo personagens e conflitos. É nesse ambiente que Lorena descobre um concurso de poesia sáfica, abrindo novas possibilidades em sua trajetória.
No local, o casal também amplia seu círculo social ao conhecer personagens como André (Davi Reis) e Adriano (Nando Brandão). O espaço funciona como catalisador de encontros, tensões e descobertas que impulsionam o enredo.

Estratégia aproveita engajamento do casal
A novela vertical também surge como resposta ao comportamento da audiência nas redes. A diretora de marketing da TV Globo, Samantha Almeida, afirma que o projeto foi desenvolvido a partir da interação com o público.
“A novelinha Loquinha materializa uma estratégia orientada por social listening, concebida a partir da demanda da audiência e desenvolvida em cocriação com ela. É uma resposta estruturada a um engajamento capturado em tempo real, viabilizado pela capacidade de produção ágil dos Estúdios Globo com a obra ainda em exibição. Inova no formato ao desdobrar o novelão em uma novelinha nativa de redes sociais, potencializa a sincronicidade de telas e estabelece um modelo de relacionamento dinâmico e responsivo com a audiência.”
Para as protagonistas, o novo formato amplia a conexão com os fãs. “Acredito que o público vai receber muito bem essa história e terá a oportunidade de se aproximar ainda mais desse casal tão querido, que conseguiu falar de amor de uma maneira tão verdadeira, livre e atual. É uma história que nasce do afeto e do respeito e, por isso, toca tantas pessoas”, afirma Alanis Guillen.
Já Gabriela Medvedovsky destaca o desafio técnico das gravações paralelas. “Precisamos ficar muito atentos, foi quase como gravar duas temporadas de uma mesma série. Os acontecimentos de uma história não necessariamente acontecem no outro enredo, além de o formato propor algo totalmente novo. Tivemos de aprender as novas movimentações e posicionamentos”.
A produção reforça temas contemporâneos como identidade, pertencimento, liberdade e confiança, colocando o microdrama como uma nova frente do audiovisual brasileiro. Segundo Marcia Prates, a proposta amplia o contato do público com as personagens. “Acho que as pessoas vão gostar muito de Loquinha. O público está sedento para ver mais essas meninas. Tem cenas muito bonitas, tem o amor delas em jogo o tempo todo, tem suspense. A novela vertical dá essa oportunidade de expandir esse enredo”.
📱 Onde assistir Loquinha?
- 📺 Redes sociais: perfis oficiais da TV Globo – TikTok, Instagram, Facebook, X e YouTube
- 📅 Estreia: nesta segunda-feira (6)
- 🎬 Formato: episódios curtos em vídeo vertical
- ▶️ Disponibilidade: 25 episódios liberados no lançamento


