JORNALISMO

Com caso de policial morta, Balanço Geral SP bate recorde de audiência em 2026

Programa comandado por Eleandro Passaia atinge pico de 8 pontos e supera concorrência na Grande São Paulo

Eleandro Passaia e Diógenes Lucca posam de braços cruzados no estúdio do Balanço Geral SP, vestem ternos escuros, fundo com logotipo do programa em azul e branco
Eleandro Passaia e Diógenes Lucca no estúdio do Balanço Geral SP - Foto: Record/Edu Moraes
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O Balanço Geral SP registrou recorde de audiência nesta quinta-feira (12) e alcançou seu melhor desempenho em 2026. No ar das 10h59 às 15h30, o telejornal marcou 5,7 pontos de média e pico de 7,7 pontos. Com apresentação de Eleandro Passaia e Diógenes Lucca, a Record garantiu 14,7% de participação na Grande São Paulo.

O que você precisa saber

  • O Balanço Geral SP atingiu 5,7 pontos de média nesta quinta-feira (12).
  • O telejornal registrou sua melhor participação do ano com 14,7%.
  • Eleandro Passaia e Diógenes Lucca apresentaram a edição.
  • A atração exibiu detalhes da perícia sobre a morte da policial Gisele Alves.
  • O programa isolou-se na vice-liderança com mais do que o dobro do SBT.

A emissora manteve a vice-liderança isolada enquanto o SBT marcou apenas 2,7 pontos no confronto direto. A edição focou na análise pericial da morte da soldado Gisele Alves, encontrada sem vida no Brás. O caso envolve o marido dela, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que apresentou sua versão sobre o ocorrido no Balanço Geral SP.

Defesa e depoimento do oficial

Na quarta-feira (11), Eleandro Passaia entrevistou o militar ao vivo. O oficial negou agressões. “Nunca a agredi, Tenho minha consciência tranquila. Nunca levantei a mão para minha esposa”. Ele também demonstrou perplexidade com a fatalidade. “Eu ainda não acredito que ela fez isso. Eu me pergunto para Deus, todos os dias, por que a minha esposa foi fazer isso”.

Geraldo Neto rebateu críticas sobre interferência na investigação. “Eles falam o que querem. Falaram várias mentiras. Uma advogada disse que eu mandei os policiais desligarem as câmeras, eu jamais faria isso. Semana passada falaram que o tiro teria saído de cima para baixo, que eu fui à noite ao necrotério e mexi no corpo. Em nenhum momento mexi no corpo”.

Crise no casamento e divórcio

O oficial detalhou que o casal enfrentava uma crise. “A família dela fala o que quiser. Eu agendei três datas para o divórcio nos meses de setembro, outubro e novembro, e a minha esposa não quis ir”. Ele relatou que ajudaria a mulher financeiramente. “Falei que achava melhor a gente se separar. Ela falou das dívidas, que ia ficar difícil pagar”.

O militar afirmou que conseguiu uma vaga para a companheira trabalhar no Tribunal de Justiça. Sobre a motivação da morte de Gisele Alves, que tinha 32 anos, ele declarou: “Uma pessoa com saúde, aparência boa, jovem, 32 anos, uma filhinha de 7 anos… eu não consigo entender o motivo que ela tirou a própria vida. Orando, falando com Deus, não entendo por que ela foi fazer isso”.

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Foto de Túlio Medeiros
Túlio Medeiros
Editor-chefe do Portal da TV e escreve sobre televisão e colabora com sites de entretenimento desde 2010. Além de novelas e programas de auditório, sua preferência nas telinhas é acompanhar telejornais locais e nacionais das principais emissoras brasileiras.

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