O Globo Rural exibido neste domingo (10), na TV Globo, teve apresentação de Cristina Vieira e Helen Martins e destacou um conjunto de pautas sobre produção, clima, mercado e manejo no campo. A edição mostrou o projeto Ovelha do Futuro, a reta final da colheita do arroz no Rio Grande do Sul, temporais na Paraíba, mexerica em Minas e uva sem tarifa para a União Europeia.
Globo Rural detalha projeto Ovelha do Futuro no RS
A principal reportagem da edição foi o projeto Ovelha do Futuro, desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sul, em Bagé, no Rio Grande do Sul. Criada em 2018, a iniciativa trabalha com melhoramento genético de ovinos de corte para dar ao produtor animais mais adequados ao próprio sistema produtivo, com foco em resistência, produção de cordeiros, carcaça e manejo.
A proposta foi descrita no programa como um “cardápio” de características. Um dos pesquisadores resumiu o objetivo da seleção: “Nós queremos um animal que seja mais resistente à verminose, aumentar a eficiência das ovelhas, aumentando o número de cordeiros, queda espontânea de lã e que tenha também esse gene de conformação de carcaça. O foco é que o produtor escolha a sua ovelha do futuro”.
A reportagem de Bruna Marin e Juliana de Mello explicou que o trabalho combina genótipo e fenótipo. O genótipo reúne os genes que o animal carrega no DNA, mesmo quando certas características não aparecem de forma visível. Com essa informação, o criador pode escolher reprodutores de acordo com o que busca para seu rebanho.
Entre os genes citados está o apelidado de bombacha, associado a animais com mais carne e melhor aproveitamento para corte. Segundo o programa, a presença desse gene altera a conformação da carcaça, deixa a parte traseira mais arredondada e indica maior musculatura. A expectativa apresentada é de aumento de cerca de 10% no peso.
A edição também abordou a prolificidade, característica ligada ao número de cordeiros por parto. O nascimento de quadrigêmeos na Embrapa foi lembrado como caso raro na ovinocultura. A explicação mostrou que o ideal é evitar mais de dois cordeiros por vez, já que a ovelha tem apenas dois tetos e partos maiores exigem mais cuidado.
A identificação genética, antes demorada, ficou mais rápida com a análise de DNA. “A gente pode determinar qual é o genótipo e o potencial reprodutivo que ela vai ter em 03h00. Quer dizer, o cordeiro nasceu hoje. Eu tirei uma amostra de DNA. Eu posso te dizer qual é que é a expectativa que vai ter de número de crias durante a vida reprodutiva dela”, diz Carlos Hoff, veterinário da Embrapa.
O produtor Saimon Melo, de Tapes, já usa a estratégia em uma propriedade de 27 hectares. Ele começou com três ovelhas e chegou a 289 animais. “A propriedade não é muito grande e a gente acha que consegue produzir mais cordeiros em menos espaço com o gene”, afirmou. Cada teste genético mostrado no programa custa R$ 20.
A outra frente do projeto trata do fenótipo, com seleção por peso, tamanho e resistência à verminose. A zootecnista entrevistada destacou a gravidade do problema nos ovinos. “Nós temos o parasito com tortos. Ele causa anemia, causa perda de peso e uma série de problemas, né? Até pode levar o animal a óbito caso ele não seja tratado.”
A especialista Magda Benavides explicou que a observação e a coleta individual de fezes ajudam a identificar animais mais resistentes. A seleção permite usar esses ovinos na reprodução e tratar apenas os que precisam. “Vamos começar a fazer essa seleção a campo no produtor. Se tu tirar essas que estão mais suscetíveis, ela começa a limpar o campo também”, disse.
O projeto ainda inclui animais que perdem lã de forma espontânea. A medida reduz manejo e gastos com tosquia, também chamada de esquila, cujo custo médio foi informado como R$ 12 por animal. O criador e pesquisador João Carlos Pinto, de Candiota, investiu nessa linha para mudar gradualmente um rebanho de 170 ovinos.
“Qualquer ideia de adquirir esses carneiros com essa queda espontânea de lã é o seguinte. A lã grossa. Ela tem dificuldade hoje na comercialização. Então o preço da lã não está pagando a esquila”, afirmou João Carlos Pinto. Ele disse que transforma o rebanho antes voltado à lã para corte, com produção de cordeiro e menor custo.
Arroz no Rio Grande do Sul tem produção menor e preço abaixo do custo
A colheita do arroz entrou na reta final no Rio Grande do Sul. O programa mostrou lavouras no sul gaúcho e na Fronteira Oeste, principal região produtora do estado. Na propriedade de Fernando, em Pelotas, a qualidade do grão foi considerada boa, mas o volume ficou abaixo do esperado por causa do frio em janeiro.
“Nessa safra nós tivemos no mês de janeiro aqui na região, algumas noites bastante frias e pegou justamente o período reprodutivo do arroz. Então, essas noites de temperaturas abaixo de 15 graus impactaram na formação do grão. Ou seja, nós tivemos grãos que não se formaram”, relatou Fernando Rechsteiner.
A produção estadual deve ser 5% menor que a safra passada. A expectativa apresentada é colher 7,5 milhões de toneladas. Em Uruguaiana, na propriedade de Rodrigo Cadorin, as máquinas trabalhavam para finalizar uma área de 200 hectares. Ele disse que a média histórica ficava entre 10 e 12 toneladas, mas não deve chegar a 10 toneladas neste ano.
O principal problema, porém, é o preço. Segundo a reportagem, o saco de arroz tem custo de produção em torno de R$ 75, mas é vendido na região por R$ 60, com pressão para cair mais. “É uma safra que ele vai ter de grandes desafios para comercialização e para ele poder cumprir com suas obrigações”, afirmou um entrevistado.
Rodrigo resumiu a preocupação dos produtores ao fim da colheita. “Não sei como é que vai ser. Estamos terminando de colher agora. O produtor rural não tem esse costume de desistir nunca. Só que ele vai se endividando e chega uma hora que não tem mais solução.” Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz, 96% das lavouras já tinham sido colhidas.
Chuvas na Paraíba deixam perdas no campo e comunidades isoladas
Na Paraíba, o programa mostrou os prejuízos causados pelos temporais da semana. Em Lagoa Seca, no Agreste, o sítio de 10 hectares de Orlando teve alface, coentro e chuchu quase todos destruídos após o transbordamento de um açude. “Eu acredito que chegou a 80% o prejuízo”, afirmou um agricultor.
Lagoa Seca está entre os 31 municípios em situação de emergência por causa dos temporais na Paraíba. Segundo a Defesa Civil, 1.500 famílias foram afetadas na cidade e também na zona rural. O município tem cerca de 800 barragens e pequenos reservatórios. Pelo menos 15 não resistiram à força da água.
Em apenas dois dias, choveu 72 milímetros na região, volume 10% acima do esperado para o mês inteiro. Na zona rural de Conde, na Grande João Pessoa, a chuva devastou lavouras da comunidade quilombola de Mito Açu. Agricultores ficaram quatro dias ilhados porque as estradas ficaram alagadas.
“Dessa vez não esperava uma chuva igual a essa, né? Foi um prejuízo muito grande, muito alto, viu? Eu acredito que tinha uns três hectares plantação de mandioca, de macaxeira e milho, feijão verde. Infelizmente, foi tudo comprometido pela água”, disse um morador da comunidade.
Outra entrevistada afirmou que as perdas chegaram a 90% em roçados da comunidade. “Nós sofremos com danos da chuva todos os anos, né? Mas dessa vez foi diferente. Agricultores perderam o seu roçado, 90% de perdas de sua agricultura perdida. E a gente ficou ilhado, sem poder sair da comunidade, isolado mesmo.”
Previsão indica temporais, frio e risco de geada
A jornalista Carol Lorencetti explicou que os estragos não atingiram apenas a Paraíba. “Olha, não foi só a Paraíba não, viu? Outros estados também sofreram no começo de maio”, disse. Ela citou chuva acima da média no leste da Paraíba e em Pernambuco, além de danos no Sul.
Em São Joaquim, Santa Catarina, um vendaval derrubou pomares de maçã, com impactos pontuais que não devem afetar toda a safra. Em Santa Clara do Sul, no Rio Grande do Sul, o vento destruiu parte de uma estufa. Em Santana do Livramento, a turbina de uma torre eólica caiu, e o temporal também destruiu casas e árvores.
Até o fim do mês, há previsão de temporais em áreas que vão de Pernambuco até o Amapá, além do Sul. No oeste de Santa Catarina, a estimativa citada foi de 300 milímetros. Na parte central do país, o cenário é de seca, com menos de 5 milímetros previstos em Goiás.
O frio também entrou na previsão. As mínimas ficam abaixo de 3 graus em áreas destacadas no mapa. Em Rondônia, as temperaturas ficam mais amenas, com 12 graus no começo do dia. Para segunda, há alerta de geada no Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com risco ao milho segunda safra no Paraná.
Mexerica em Minas tem safra maior apesar de preço mais baixo
Em Minas Gerais, a reportagem mostrou a colheita de mexerica em Tocantins, na Zona da Mata mineira. Na plantação de Sandro, são 1.250 pés. A expectativa é de aumento de 20% na produção. “Esperamos um lucro maior e o preço pode ser até mais baixo esse ano, mas a produção vai ser melhor”, afirmou Sandro Leite.
A fruta segue para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Segundo a edição, Tocantins é a maior produtora da Zona da Mata mineira, com cerca de 130 produtores e mais de 20 mil toneladas por ano. O amadurecimento ocorre depois da florada na primavera e leva entre 250 e 270 dias até o início da colheita.
Um técnico explicou que o frio ajuda a fruta a ganhar doçura. “Quando começa a esfriar, a planta acumula açúcar à noite. E aí fica um fruto doce que é bem característica aqui dessa região de Tocantins”, disse Gil Pedro Lara. O bom volume de chuvas, principalmente no início do ano, ajudou na recuperação dos pomares após uma safra afetada pela seca.
O preço, no entanto, preocupa. Segundo o Senar, a caixa começou a safra passada a R$ 70 e iniciou este ano a R$ 50. Na propriedade de Vitor Abrantes, também em Tocantins, são 900 pés. A previsão é colher cerca de 1.700 caixas, volume três vezes maior que o do ano anterior.
Vitor se uniu a mais 51 produtores para vender por meio de cooperativa, com quantidade e preços fixos. A estratégia deve render lucro 24% maior. “A venda em conjunto. A gente consegue atingir mercados que sozinho a gente não consegue. E também a venda via cooperativa, via agricultura familiar. Ela te dá uma segurança no valor de venda”, afirmou.
Uva do Vale do São Francisco ganha tarifa zero para a Europa
O Globo Rural também mostrou a comemoração de produtores de uva de mesa no Vale do São Francisco com o fim das tarifas de exportação para a União Europeia. A mudança passou a valer no início do mês e foi associada ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, ainda provisório.
Em Petrolina, no sertão de Pernambuco, Edson Matsumoto cultiva uvas há 20 anos com irrigação. “Hoje, o maior mercado nosso do Vale de São Francisco é o mercado local. Mercado interno. Com essa redução de tarifa, vai possibilitar com que mais produtores se organizem para fazer exportação”, afirmou.
O Vale do São Francisco foi apresentado como o maior exportador de uva do país. A região reúne municípios de Pernambuco e da Bahia e responde por quase toda a produção brasileira vendida ao exterior. No ano passado, exportou mais de 62 mil toneladas de uva, e quase metade teve a Europa como destino.
A taxa que deixa de existir variava de 8% a 14,7%. “Reduzia muito a nossa competitividade. E agora a gente então entra para o jogo, digamos assim, em igualdade de condições, sendo que nós temos a vantagem da qualidade da nossa uva, da possibilidade de produzir o ano inteiro e então atender o mercado europeu”, disse João Ricardo Lima.
Nos parreirais de Antônio Pereira, a primeira remessa com tarifa zerada deve seguir para a Europa em setembro. “A gente já investe bastante em certificação para que nosso produto atenda as exigências internacional de exportação. E aí, com esse estímulo de incentivo, a gente pretende assim, aumentar nossas áreas e investir em tecnologia. E isso vai trazer uma consequência de gerar mais empregos.”
Queijos maturados em caverna usam fungos naturais em Goiás
Em Goiás, a edição mostrou queijos artesanais maturados dentro de uma caverna construída 5 metros abaixo do solo. A propriedade de João Vicente fica em Pólo, a 40 km de Goiânia. A fazenda era dos avós dele, que já produziam leite. Em 2017, João decidiu transformar a matéria-prima em queijos artesanais.
Para a nova atividade, ele investiu em 50 vacas das raças pardo-suíça e holandesa, fez cursos, comprou equipamentos e montou uma queijaria. Hoje, os tanques recebem 600 litros de leite por dia. A massa fermenta por 30 minutos, recebe coalho e descansa por 40 minutos antes do aquecimento até a temperatura ideal.
Os queijos passam por uma câmara fria a cerca de 7 graus, onde são virados e lavados por alguns dias para formar a casca. Depois, seguem para outra câmara, a 12 graus, onde fungos se desenvolvem naturalmente e mudam textura e sabor. O período antes da caverna varia de 20 a 90 dias.
Na caverna, a umidade do ar fica em torno de 80%, com temperatura entre 14 e 16 graus. Há pelo menos seis tipos de fungos naturais e benéficos ao ser humano, segundo a reportagem. Dez dias após a entrada no espaço, os queijos já são colonizados, inclusive pelo fungo conhecido como pelo de gato.
João Vicente também usa ingredientes para novas receitas. Um queijo fica imerso em cerveja preta por 48 horas, o que dá cor caramelo. O bálsamo citado na reportagem era de setembro de 2024 e pesava cerca de 2,5 kg. A caverna armazena até 8.000 peças, de 250 g a 2 kg.
A produção tem selo Arte, certificação que permite a venda interestadual de produtos artesanais de origem animal, desde que sigam regras sanitárias e boas práticas. São nove tipos de queijo. Entre eles estão os trufados, o do cerrado e o foguinho, flambado no uísque e maturado por 60 dias.
Cotações, Desenrola Rural, seguro e agenda do campo
A edição trouxe cotações de produtos agrícolas nas bolsas internacionais. O algodão subiu 14%, o cacau 6%, o trigo 1,6%, o milho 1,3%, a soja 0,8% e o suco de laranja 0,2%. Na baixa, o café conilon caiu 1,3%, o arábica 1,8% e o açúcar 6,8%.
No mercado do boi, a arroba foi negociada na sexta-feira por R$ 345 em Feira de Santana, na Bahia, e pelo mesmo valor em Cruzeiro do Oeste, no Paraná. Em Sertãozinho, São Paulo, ficou em R$ 350. A média Cepea no estado paulista fechou em R$ 352,55, queda de 0,5% na semana.
O programa informou que o governo federal prorrogou o Desenrola Rural por decreto. Agricultores familiares terão até 20 de dezembro para aderir ao programa, que oferece condições especiais para regularizar dívidas atrasadas. O texto também inclui beneficiários da reforma agrária com débitos ligados a programa de crédito específico para assentados.
Outra notícia foi a entrada em vigor de resolução da Superintendência de Seguros Privados com regras socioambientais para novos contratos de seguro rural. Só poderão contratar seguro proprietários sem áreas embargadas por órgãos ambientais, sem registro de trabalho análogo à escravidão e em dia com o Cadastro Ambiental Rural.
A agenda do campo teve encontros sobre cogumelos em Dracena, São Paulo; seminário sobre leite em Nossa Senhora da Glória, Sergipe; Festa do Milho em Mauá da Serra, Paraná; festival de cultura tropeira em Itabira; festival do queijo em Itamonte; dia de campo sobre bovinos em São João da Lagoa; e Festa do Pinhão em Camanducaia.
Dúvidas do Globo Rural: abacaxi e orquídeas
Nas dúvidas dos telespectadores, o Globo Rural respondeu a Daiane Rangel, de São Paulo, que perguntou se é possível plantar abacaxi em espaço pequeno. O agrônomo Wellington Valadão, técnico do Senar, respondeu que sim. “O abacaxi é uma das culturas que aceita bem trabalhar numa área pequena”, disse.
A reportagem foi feita em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em uma plantação de abacaxi pérola. A variedade foi descrita como doce, suave e de baixa acidez. Segundo o programa, ela responde por cerca de 80% do cultivo nacional, e o Brasil é o quarto maior produtor mundial, atrás de Costa Rica, Filipinas e Indonésia.
Wellington Valadão explicou que o abacaxi não é plantado por semente, mas por muda. Em 1 metro quadrado, cabem quatro mudas. Para vaso, a orientação é escolher um recipiente de pelo menos 20 litros para uma única muda. No cultivo comercial, as plantas são colocadas em pares, com 30 cm de distância.
O agrônomo também detalhou os tipos de muda. A coroa vem no fruto e serve para cultivo caseiro, embora seja mais lenta. A muda filhote aparece abaixo do fruto colhido e tem maior disponibilidade. A arrebenta nasce na base da planta, entre as folhas, e foi apontada como a melhor para desenvolvimento, mas com menor disponibilidade.
Na hora do plantio, a cova deve ter de 5 cm a 10 cm, com cerca de 5 gramas de adubo de plantio, conforme o solo. O abacaxi suporta até 15 dias sem água, mas o ideal é regar duas vezes por semana. A planta gosta de sol, mas o fruto deve ser protegido para evitar queima.
A resposta indicou que a colheita ocorre cerca de um ano e meio depois em pomares com mais mudas. Em vaso, o prazo pode chegar a dois anos. Para proteger a fruta do sol, o programa indicou papel jornal ou telas de sombreamento. Outra dúvida, de Alex Caproni, sobre 1.000 galinhas poedeiras, foi respondida com indicação de material gratuito do Senar.
A última dúvida veio de João Aguiar, de Camaçari, na Bahia, que enviou foto de uma orquídea com cinco hastes floridas. Em Holambra (SP), o repórter Pedro Málaga ouviu a produtora Vivian Klein, que avaliou a planta. “É normal. Só não é tão comum porque vai variar muito da variedade da orquídea que ele tem em casa”, explicou.
Vivian Klein disse que algumas variedades dão mais hastes e outras, menos. “A haste ela é como se fosse a simbologia da saúde da orquídea, né? Então, quanto mais hastes a gente tem, mais flores, seja em volume, ou seja em comprimento de haste”, afirmou. Ela disse que a planta de João aparenta estar saudável e bem nutrida.
A produtora avaliou que o telespectador provavelmente acertou no local e na adubação. “Muito provavelmente ele fez duas coisas certas. A primeira é colocar a orquídea no local mais adequado possível, com bastante luz. Eu imagino que inclusive ela deva receber um pouquinho de sol fraco e também cuidou da nutrição”, disse Vivian Klein.


