A cobertura da captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos impulsionou os índices da GloboNews no fim de semana. O canal de notícias da Globo garantiu a liderança absoluta na TV por assinatura durante todo o sábado (3). O interesse do público pelas informações urgentes sobre a crise na Venezuela rendeu à emissora seus melhores resultados de audiência em mais de um ano.
O que você precisa saber
- GloboNews liderou TV paga no sábado (3) com prisão de Maduro.
- Canal atingiu 3,3 milhões de pessoas segundo a Kantar Ibope.
- Audiência ficou 111% acima da segunda colocada, a CNN Brasil.
- Cobertura teve reforço de Roberto Kovalick e comentaristas.
- Donald Trump ordenou captura de Maduro por narcoterrorismo.
- Venezuela decretou estado de emergência após bombardeios.
De acordo com a coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo, mais de 3,3 milhões de pessoas sintonizaram a estação. Os dados da Kantar Ibope Media indicam uma vantagem de 111% sobre a segunda colocada entre os canais de notícias, a CNN Brasil. Em momentos de pico, a transmissão chegou a marcar 2,5 pontos, índice considerado alto para os padrões do segmento.
A emissora mobilizou uma equipe especial para acompanhar os desdobramentos da operação militar. O apresentador do Jornal Hoje, Roberto Kovalick, reforçou o time e trouxe sua experiência como ex-correspondente internacional. Ele dividiu o comando da programação com Erick Bang, Marcelo Lins e Guga Chacra, além de outros jornalistas acionados para a cobertura ao vivo do conflito.
Prisão na Venezuela
O estopim para a alta procura pelo noticiário foi a ação militar ordenada por Donald Trump. Na maior intervenção contra a América Latina em décadas, as forças dos Estados Unidos bombardearam Caracas e capturaram o ditador Nicolás Maduro. A operação também resultou na detenção de sua mulher, Cilia Flores, e gerou repercussão imediata na imprensa de todo o mundo.
O presidente norte-americano comunicou que o casal seguiu para Nova York para julgamento. A rede NBC confirmou a chegada de ambos à cidade. A secretária de Justiça dos EUA, Pam Bondi, detalhou as acusações. A Justiça indicou Maduro por conspirar para o narcoterrorismo, importar cocaína e portar armamento pesado contra os interesses norte-americanos.
O governo venezuelano classificou o ato como uma agressão militar estrangeira. O país relatou múltiplas explosões na capital e em outras regiões durante a madrugada de sábado. Diante do cenário de guerra e da retirada forçada de seu líder máximo, a nação sul-americana decretou estado de emergência. Nas últimas horas, a tensão diplomática e militar segue como destaque na programação jornalística.


