O GloboNews Especial estreia nesta segunda-feira (25), às 23h30, na GloboNews com uma investigação sobre o crescimento do PCC (Primeiro Comando da Capital) e seus impactos na economia brasileira. Dividida em dois episódios, a produção mostra como a facção criada há três décadas em presídios do interior de São Paulo passou a atuar em 28 países. O programa também cita faturamento estimado em R$ 10 bilhões por ano e o avanço da organização em diferentes setores.
Com reportagem de Isabela Leite, o especial detalha como o grupo ampliou áreas de atuação e passou a operar como uma “economia do crime”. A investigação aponta o uso de brechas na legislação e dificuldades de fiscalização para movimentar grandes volumes de dinheiro. O conteúdo do GloboNews Especial também mostra como o PCC expandiu operações para além do tráfico e fortaleceu uma estrutura financeira de alcance internacional.
GloboNews Especial analisa impactos do PCC
O GloboNews Especial também aborda reflexos da atuação da facção no cotidiano da população. A série relaciona o avanço da organização ao aumento da violência urbana, aos prejuízos causados pela corrupção e à precarização de serviços essenciais. A produção ainda analisa mudanças nas estratégias das autoridades brasileiras para enfrentar o crescimento das organizações criminosas e as novas formas de atuação identificadas nos últimos anos.
Além do especial sobre o PCC, a programação da GloboNews neste fim de semana terá uma edição do Balaio GloboNews com Lilia Cabral. Neste domingo (24), a atriz conversa com Bete Pacheco sobre o monólogo Rita Lee: Balada da Louca, inspirado no livro Outra autobiografia. Durante a entrevista, ela relembra a relação com a cantora e destaca a influência artística deixada por Rita Lee na música brasileira.
“Uma cantora de quem sempre fui fã, cujas letras, feitas com o Roberto, fizeram parte da minha vida. Eu vivi ao lado dessas músicas, assisti a quase todos os shows. Ela se transformou na maior roqueira, uma mulher de atitude, sempre dizendo o que pensava. Então, a responsabilidade é outra”, diz a artista. “Para a gente, ela continua, ainda tem muita coisa para contar. Esses últimos anos que ela viveu são uma forma de revelar um pouco mais dessa história”, afirma Lilia Cabral.


