Nouvelle Vague chega ao catálogo do Telecine nesta terça-feira (21) no streaming, com acesso pelo Globoplay, Prime Video e operadoras parceiras. Na mesma data, o longa também estreia na TV, com exibição no Telecine Premium, às 22h. Dirigido por Richard Linklater, o filme refaz os bastidores da produção de Acossado (1960), obra do cinema francês, durante filmagens realizadas em Paris.
A trama se passa em Paris, em 1959, e acompanha Jean-Luc Godard durante a realização de Acossado, apresentado como o primeiro longa da era Nouvelle Vague no cinema francês. Na produção, o diretor trabalha em meio à urgência, à escassez de recursos e à ousadia estética. O enredo trata do caos criativo, da juventude e da quebra de regras que marcaram aquela produção.
Nouvelle Vague recria bastidores de filme histórico
No elenco, Guillaume Marbeck interpreta Jean-Luc Godard e Zoey Deutch vive Jean Seberg. O grupo principal ainda reúne Aubry Dullin como Jean-Paul Belmondo, Bruno Dreyfürst como Georges de Beauregard, Benjamin Clery como Pierre Rissient, Matthieu Penchinat como Raoul Coutard e Adrien Rouyard no papel de François Truffaut. A lista ainda contém nomes como Claude Chabrol, Agnès Varda e Jean Cocteau.
Richard Linklater revelou em outubro de 2023 o plano de gravar um filme na França sobre o movimento Nouvelle Vague. O projeto marcou a primeira produção do diretor filmada inteiramente em francês. A obra foi rodada em preto e branco e com proporção de tela 4:3. As filmagens começaram em 4 de março de 2024, em Paris, e terminaram em abril do mesmo ano.
A produção também recebeu adiantamento sobre receitas do Centre national du cinéma et de l’image animée (CNC), da França. O longa é um drama com classificação de 14 anos, duração de 106 minutos e origem em Estados Unidos e França. O título estará disponível no streaming e na TV na mesma data.
Passagem por Cannes e estreia no Telecine
Em abril de 2025, o filme foi selecionado para disputar a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes. A estreia mundial ocorreu em 17 de maio de 2025. Sobre a recepção inicial, Lee Marshall, do ScreenDaily, definiu a obra como “uma homenagem nostálgica a um tempo e lugar de extraordinária efervescência criativa”.


