O jornalista José Roberto Burnier deve retornar em breve ao comando do SP2 após ser atacado por um pitbull no último domingo (7). A informação foi divulgada por César Menezes durante a edição do telejornal da TV Globo. Após receber atendimento médico, o apresentador iniciou o processo de recuperação em casa e segue afastado temporariamente de suas atividades profissionais.
Ao encerrar o jornal, César Menezes atualizou os telespectadores sobre o estado de saúde do colega. “Antes de encerrar, um esclarecimento: ontem, José Roberto Burnier foi mordido por um cachorro na rua. Ele recebeu atendimento médico, está se recuperando em casa e, em breve, voltará a fazer companhia para todos nós aqui no SP2”, afirmou o jornalista durante a transmissão.
José Roberto Burnier falou sobre o ataque
No domingo (7), José Roberto Burnier também se pronunciou publicamente sobre o caso. Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o apresentador comentou o episódio e agradeceu as mensagens de apoio recebidas após o ataque. A publicação rapidamente recebeu manifestações de amigos, colegas de profissão e seguidores preocupados com sua recuperação.
Entre as mensagens, o jornalista Márcio Gomes desejou melhoras ao colega e comentou a responsabilidade dos tutores de animais. “Uma pronta recuperação para você e sua cachorrinha –e punição severa a quem não cumpre a lei. Não é coisa menor. Imagino os momentos de pavor que você sentiu. Andar sem guia é perigoso até para o cachorro e desrespeito com as pessoas ao redor. Melhore logo”, escreveu.
Seguidores reagiram à publicação
A repercussão também mobilizou seguidores de José Roberto Burnier, que compartilharam opiniões sobre o ocorrido. Parte dos comentários destacou a responsabilidade dos tutores na condução dos animais. Outros usuários defenderam que a culpa pelo episódio não deve ser atribuída à raça do cachorro, mas ao comportamento de quem estava responsável por ele no momento do ataque.
Entre as manifestações, seguidores relataram experiências semelhantes e discutiram possíveis consequências para os responsáveis pelo animal. “Processar é preciso. Não pelo dinheiro, mas precisa arrancar o couro (financeiro) para ser educativo. Só assim essas pessoas entendem. Melhoras para vocês”, escreveu uma internauta no perfil de José Roberto Burnier.

