Série original do Globoplay, Jogada de Risco estreia no dia 23 de julho. Idealizada e protagonizada por Cauã Reymond, a produção apresenta os bastidores do futebol por meio de disputas de poder, negociações, contratos e conflitos familiares. A trama acompanha personagens envolvidos em decisões que acontecem longe do gramado e influenciam o destino de jogadores e empresários.
Na história, o futebol surge como um ambiente marcado por glória e vulnerabilidade. Traições, jogos de influência e acordos tensos movimentam um universo tão imprevisível quanto uma partida decisiva. A narrativa mostra como relações pessoais e interesses profissionais se cruzam, enquanto diferentes personagens enfrentam escolhas morais, ambições e pressões dentro de um mercado cercado por expectativas.
Cauã Reymond explicou que Jogada de Risco nasceu de seu interesse pelo que ocorre além das partidas. “Nasceu da curiosidade que eu tenho pelos bastidores do futebol, um universo que desperta paixão no Brasil e no mundo, mas que normalmente é visto só dentro de campo. Sempre me chamou atenção o que acontece fora dos gramados: as negociações, as relações de poder, as escolhas morais –e foi desse interesse que surgiu Jogada de Risco”, revela.
A série tem criação de Thiago Dottori, Sofia Maria e Cauã Reymond. Thiago Dottori assina o roteiro final, com supervisão de texto de Lucas Paraizo. Bruno Safadi responde pela direção, Isabela Bellenzani pela produção e José Luiz Villamarim pela direção de gênero Dramaturgia.
Jogada de Risco acompanha conflitos dentro e fora do futebol
Bruno Safadi também antecipou o foco principal de Jogada de Risco. “Uma série que revela os bastidores do futebol a partir das relações humanas que se constroem nesse universo: negociações, jogos de poder, ambições, frágeis códigos morais e afetos. A trama acompanha três jogadores agenciados pelo Maurício (Cauã Reymond), cada um vivendo um conflito diferente”, explica.
“Além disso, a série também se debruça sobre as relações do Maurício com a Cris (Mariana Sena), sua parceira no escritório; com o pai, Valdemar (Marcos Frota); e com Rita (Leticia Colin); entre outros personagens –vínculos atravessados por laços emocionais, disputas e muitas complexidades.”, contextualiza. Esses núcleos conectam a atividade profissional do agente às relações pessoais apresentadas na trama.


